De novo enganados pelo guia, fomos parar à outra margem do rio, e voltamos a prometer nunca mais acreditar no guia.
O dia esteve sempre cinzento e frio, mas nunca choveu. Fomos explorar a Stare Miasto, a zona mais antiga, com tudo arranjadinho e impecavelmente limpo. O castelo, as praças, os relógios, enfim, um encanto.

Rynek Starego Miasta (Market Square)

Como desistimos de seguir o guia, optámos por uma nova estratégia: andar atrás de grupos estudantes para fazer as rotas turísticas. E assim encontrámos o notável memorial à revolta de 1943.
Visto o primeiro bairro, seguimos para a Nowe Miasto que, não tendo nada em concreto de monumentos, é encantador no conjunto, com as ruas muito bonitas, os prédios antigos, muito ao género de Budapeste e Praga.
No final da manhã, cheios de frio, decidimos entrar no original Pozegnanie z Afryca, um café que só tem mesmo café, para experimentar um de menta e um de coco. Pozegnanie z. Afyka na Nowe Miasto


Entramos no terceiro bairro do dia, à volta da Aleja Solidarnosci onde vimos, por exemplo, o Teatr Wielki, um dos maiores edifícios da cidade, e a antiga bolsa.
Queríamos almoçar no Batida, uma pâtisserie aconselhada pelo guia. Depois de meia hora à procura, para a frente e para trás, e de novas promessas de não voltar a acreditar no guia, optamos por ir ao café Vincent, na Nowy Swiat. Mais tarde descobrimos que o Batida mudou mesmo de sítio.
À noite voltámos à Stare Miasto para jantar num pequeno restaurante que tinhamos visto de manhã. Comemos uns pratos tipicos que se revelaram muito “gordurosos”.